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<!-- Publicado em Sat, 05 Jul 2008 02:07:31 +0100 -->
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    <title>TenhaMedo.net - Relatos</title>
    <link>http://tenhamedo.net</link>
    <description>Relatos Veridicos do Paranormal Enviados Pelos Utilizadores</description>
    <language>pt</language>
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      <title>TenhaMedo.Net - Tudo Sobre o Paranormal</title>
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    <item>
      <title>O Fogo Misterioso por Anónimo</title>
      <description>&lt;p&gt;A experiência que vou descrever passou-se comigo e com quatro amigos meus.&lt;br/&gt;
Tudo começou quando os meus amigos começaram a falar sobre experiências que tinham presenciado ao fazer sessões de espiritismo. Eu nunca tinha participado em nada idêntico e logo comecei a interessar-me pelo o assunto.&lt;br/&gt;
Não levou muito tempo até que eu quisesse participar numa dessas sessões, e foi assim que passados alguns dias combinamos juntarmo-nos no sótão da minha casa. Convêm referir que os meus amigos há muito que não faziam uma dessas sessões, inclusive tivemos que desenhar há ultima da hora o Círculo, o Abecedário, o Sim e o Não num pedaço de madeira que tinha em casa.
Depois de tudo isto iniciamos a sessão, correu bem e deixou-me bastante impressionado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

Começamos então a juntar-nos regularmente para as sessões e lembro-me que na altura até experimentei a Escrita Automática.&lt;br/&gt;
Certa vez combinámos fazer uma destas sessões num parque natural chamado &quot;Parque do Bonito&quot; no Entroncamento. É um parque bastante bem arranjado com mesas e bancos em madeira onde passa um pequeno ribeiro que mais a frente se contem numa pequena barragem, enfim, um local pacífico... ou talvez não!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

Assim sendo fomos por volta das 11:30 da noite, não me lembro do dia, mas foi na Primavera de 2002, levámos um copo e um tabuleiro feito por um amigo meu que não estava presente na altura mas que já tinha participado em sessões de espiritismo e que gentilmente nos emprestou. Começamos então a invocar os espíritos e mais uma vez tudo funcionou bem. Falámos com o espírito embora não me lembre do nome dele era bastante simpático, só que uma amiga minha presente resolveu pedir ao espírito para se dar um sinal da sua existência, pelo que sei, isto é algo que nunca se deve fazer, mas ao mesmo tempo todos queríamos presenciar algo mais do que apenas um espírito a comunicar através do tabuleiro ou de escrita automática... nada aconteceu! O espírito apenas deixou de ser tão comunicativo como anteriormente pelo que o mandámos embora e terminámos a sessão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

Terminada a sessão ficámos na mesma sentados a comentar o sucedido, eu estava sentado ao lado de uma das participantes, estavam outros dois amigos no lado oposto da mesa e um no topo. De repente uma amiga (a que estava sentada á minha frente) levantou-se e alertou-nos dizendo &lt;i&gt;&quot;Está ali qualquer coisa a arder&quot;&lt;/i&gt; olhámos todos e vimos uma pequena chama junto á borda do ribeiro. Pensámos que seria alguém que ali estivesse a queimar alguma coisa, mas não tínhamos ouvido nada, nem ninguém a chegar, a noite estava silenciosa e teríamo-nos apercebido. Enquanto olhávamos tentando decifrar o que se estaria a passar ali do outro lado do ribeiro a chama aumentou violentamente, espalhando-se inexplicavelmente para os lados, foi nesse momento que resolvemos atravessar a pequena ponte de madeira que dá acesso á outra margem do ribeiro para averiguarmos e eventualmente ligar para os bombeiros, pois as chamas estavam cada vez mais violentas, o que era bastante estranho, pois não havia vento nessa noite.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

Existe algum arvoredo junto ás margens do ribeiro e o caminho que temos de percorrer (cerca de 100mts) torna impossível de ver a zona do fogo durante uns segundos. Qual não foi o nosso espanto que quando chegámos ao local deparámo-nos apenas com uma pequena chama, comparável á chama que um isqueiro acesso produz... á volta não haviam quaisquer vestígios de fogo, não havia nada queimado... em menos de 20 segundos a pequena chama desvaneceu-se, sem deixar cinzas ou vestígios, ninguém diria que algo tivesse ardido ali naquele local. Embora fosse de noite, naquela zona o parque é bem iluminado, pelo que facilmente vimos se haviam vestígios de fogo e não havia!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
No fim de todo este estranho aparato, a única explicação que encontrámos, foi o facto de a minha amiga ter pedido ao espírito para mostrar um sinal e foi o que este fez.&lt;br/&gt;
Tudo isto é verdade e aconteceu como descrevi, alem disso os amigos que estavam comigo naquela noite podem confirma-lo.&lt;br/&gt;
Desde essa altura nunca mais fiz nenhuma sessão de espiritismo, mas fiquei satisfeito por presenciar algo assim!
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónimo&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=1</link>
      <pubDate>Thu, 07 Sep 2006 00:00:00 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O Carrinho de Compras por Douglas R., (Brazil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Bom, meu nome é Douglas e moro em Campinas desde 
que nasci, agora vou relatar apenas um dos factos 
da minha vida:
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Um dia eu dormi mas antes 
desliguei a tv e boa né, era umas 4 da 
madrugada, acordei e vi a tv ligada e fui devagar 
pegar o controle da tv que estava debaixo do 
travesseiro e do nada sai um barulho enome do 
meu quarto (e só tinha eu lá.....) e de repente eu 
começo a ouvir tipo um sei lá, um barulho de 
carrinho de compras que dava voltas em circulo em 
mim onde catava metade do meu corpo e cabeça, eu 
não tive coragem de abrir os olhos, mas eu podia 
ver!!
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt; 
Então parou o barulho, mas eu podia sentir 
a presença dele lá dando voltas, era uma sensação 
estranha, era um agudo forte e fraco, não 
tem como descrever, e ouvi outro barulho no mesmo 
lugar e a tv desligou &quot;sozinha&quot; e tudo 
parou...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Douglas R., (Brazil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=2</link>
      <pubDate>Sun, 15 Oct 2006 00:00:00 +0100</pubDate>
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    <item>
      <title>Vozes Chamando-me por Débora Gomes, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Desde criança tenho ouvido vozes que chamam o meu nome, quando estava deitada em minha cama de noite e estava quase adormecendo, ouvia nitidamente alguém me chamando e acabava me levantando e indo no quarto dos meus pais para ver se eram eles que me chamavam, minha mãe era espírita e dizia que eu não devia atender essas vozes e eu passei a ignora-las, mas a pouco tempo quando eu estava novamente em minha cama eu ouvia vozes histéricas chamando o meu nome e falando outras coisas que eu não conseguia entender, não conseguia dormir porque as vozes eram muito altas e persistentes, me lembrei do que minha mãe dizia e tentei ignora-las, mas não consegui até que por conta própria elas foram sumindo não sei explicar o que aconteceu se alguém conseguir, eu estou a disposição para explicações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Débora Gomes, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=3</link>
      <pubDate>Mon, 30 Oct 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O Fantasma Negro por Thiago Henrique, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Era de noite e eu me encontrava no meu quarto a dormir.&lt;br/&gt;
Querendo revelar a vocês o facto de que em minha casa estava acontecendo varias aparições fantasmagóricas.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Pois bem eu me encontrava deitado em minha cama e ao olhar para a janela do meu quarto uma sombra negra aparece e fica me olhando de maneira bruta. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ao ver o tipo forte e bem alto, pensei ser um ladrão, mas quando resolvi sair debaixo das cobertas, ele baixou seu chapéu e sumiu. Logo fiquei meio assustado por ter visto um fantasma.&lt;br/&gt;
Nessa época as coisas dentro de casa caíam e vários vultos passeavam por dentro de casa por assim dizer, foi um susto grande.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Thiago Henrique, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=4</link>
      <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Boneca Horrenda por Thiago Henrique, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Estou partilhando mais um facto ocorrido comigo, lembrando a vocês que minha casa se encontrava naquela situação. 
&lt;i&gt;(Artigo relacionado: &lt;a href=&quot;http://tenhamedo.net/relatos.php?h=4&quot;&gt;O Fantasma Negro&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Pois bem, minha irmã ganhou uma boneca que eu nunca gostei.&lt;br/&gt;
Certa noite eu me encontrava ainda acordado em meu quarto quando resolvi dormir, eram já 3:00 da madrugada quando começo escutando ruídos e senti uma presença a me espiar.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ao olhar para o fundo de minha cama vi uma coisa pequena que quando notou que eu estava acordado correu de maneira bem rápida, eu sem pensar fui atrás e reparei na porta do quarto de minha irmã entre aberta e notei a boneca dela toda trouxa e desarrumada, sendo que minha irmã gostava muito dela e antes de dormir a arrumava com perfeição. Por isso notei que naquela noite quem estava a me espiar em meu quarto era mesmo a boneca, que agora nem sei onde está porque depois do que se passou, minha própria irmã a jogou fora.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Thiago Henrique, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=5</link>
      <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Uma Casa Diferente por Emília, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;A casa onde vivi tinha uma piscina e era ai que eu estava a meditar, quando sem mais nem menos ouvi algo que não pertencia a esta dimensão e ao abrir os olhos, foi como se de repente tudo o que estava a minha volta se tivesse transformado, a minha casa e a piscina não estavam ali, tinham sido substituídas por uma casa velha toda feita de pedra com um grande sino á porta. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Nisto vi um menino negro a correr para dentro de casa e ainda tentando perceber o que se estava a passar, ouvi um barulho mas não dava para perceber o que era.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Entretanto uma senhora sai fora de casa, bate o sino e vêm outras senhoras de dentro da casa e de outras casas que estão por perto.
Foi aí que percebi que os barulhos que ouvira anteriormente eram as patas dos cavalos a baterem fortemente no chão, pois vi-os a aproximarem-se do local.
Foi muito estranho...
Depois, tudo voltou ao normal, foi estranho como se de uma miragem se tratasse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Emília, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=6</link>
      <pubDate>Sat, 04 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Esperança por Emília, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Eu tinha acabado de mudar de casa, a minha casa na altura ficava num monte e a volta não tinha praticamente nada, aquela casa sempre me pareceu uma casa saída de mais um filme de terror, numa das primeiras noites que lá passei estava muito vento, chovia bastante e eu estava sozinha em casa com o meu irmão mais novo, mas ele estava a dormir e tem o sono pesado.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
De repente ouvi um barulho enorme na parte de baixo da casa e uma voz que nem se percebia bem o que dizia e eu, com a mania das curiosidades, fui ver o que era.
Então, apenas com a luz emitida pelos relâmpagos, vi uma senhora vestida ao estilo do século XVII. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Fiquei assustada, mas enfim, não o demonstrei e perguntei a senhora o que estava ali a fazer e ela, sempre de costas virada para mim, respondeu que estava a espera que o marido voltasse da guerra 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Por momentos pensei que a senhora estava a gozar comigo e perguntei-lhe porque é que ela o esperava ali e não em sua casa, e aí, sem eu estar a espera ela virou-se e respondeu: &quot;-Porque esta agora é a minha casa.&quot;. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Eu nunca tinha sentido tanto medo na minha vida e a verdade é que ela estava toda ensanguentada.
A certa altura pensei que estava a dormir mas não, era tudo real e estava ali mesmo a minha frente...
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Sem saber o que fazer ou dizer, depois de tudo aquilo fui a correr para a sala mas ela não parava de dizer &quot;-Vem cá!&quot;. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Finalmente consegui acalmar-me e fui ter com ela e esta perguntou-me: &quot;-Tu sabes onde esta o meu marido?&quot; e eu respondi-lhe que não, não sabia assim como não sabia quem era ela e ela disse-me que não me queria fazer mal, mas eu estava um pouco desconfiada, afinal não e todos os dias que isto pode acontecer, só mesmo nos filmes pensava eu...
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Então ela contou-me que á muitos anos atrás ela morrera naquele local (que era na altura a minha casa) porque a tinham enforcado por trair o marido e só se o marido chegasse da guerra a tempo e dissesse que não queria que a matassem é que ela iria sobreviver, por isso ela estava a espera do marido mesmo sabendo que já tinha morrido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Emília, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=7</link>
      <pubDate>Sat, 04 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Casa Assombrada por Joana Lessing, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Eu e a minha amiga (14 anos) adoramos histórias de terror e tudo relacionado com isso...
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
 Um dia a Andreia (a minha amiga) disse-me que tinha encontrado uma casa abandonada. Eu claro que disse para irmos lá... E lá fomos nós, com a Cláudia, todas entusiasmadas com a ideia de encontrarmos alguma coisa.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Entramos... Nós as três levamos uns paus para nos protegermos (não estávamos à espera que um espírito nos atacasse) e entramos na casa. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
O primeiro compartimento era praticamente só a entrada e à esquerda havia uma casa de banho. A seguir vinha uma porta de vidro que dava para trancar, mas que não estava trancada, e do outro lado havia umas escadas que iam dar ao compartimento de cima.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
O que eu mais gostei foi a sala que tinha um palco que por baixo tinha uma cave. Eu não sei por que mas essa sala deixava-me com arrepios e mesmo assim adorava aquela sala, até que um outro dia um amigo nosso veio connosco. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ele dizia que ia tentar entrar em contacto com os espíritos... mas de repente ele abria os olhos ficava fulo e dizia que não conseguia passar do meio... 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Numa dessas vezes ele ia a passar para o outro lado e de repente o meu namorado atira o pau que ele tinha trazido. Mas o pior de tudo foi que assim que o pau bateu no chão do palco ouviu-se um grande estrondo e o meu amigo caiu... todo mundo saiu disparado daquela sala e para fora da casa... só eu fiquei no meio da sala... parecia que alguma coisa me chamava... me chamava para estar naquele sitio lindo... 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Mesmo depois desse dia continuávamos a ir àquela casa... e eu cada vez ficava mais fascinada com aquela sala... até que um dia ao entrar reparei numas coisas que estavam diferentes...um pedaço de madeira que tinha estado sempre deitado na entrada, desta vez estava em pé e com tinta branca quase ainda molhada. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
No trinco da porta de vidro estava uma cara de um macaco em papel e essa cara dá-me ainda hoje sorte... e depois fomos para a &quot;minha&quot; sala... e foi aí que eu tive a primeira vez medo daquela casa. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Havia coisas que estavam lá que nunca tinham estado, penduradas no corrimão de cima, por cima da sala… Cadeiras penduradas por cabos de electricidade, um vidro estava encostado ao corrimão e o pior... no meio agora estavam marcas de... nem sei o que era.... Passamos toda a casa a pente fino... e depois ouvi uma coisa a ser arrastada no andar de baixo, porque entretanto estava no andar de cima...Tok Tok.... a Andreia estava a bater com um ferro num barril que estava ali na entrada...
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
E de repente ela saiu disparada... eu só sei que fui lá para baixo e esperei por ela lá dentro... então eu ouvi aquilo... o arrastar duma coisa, passos lá em cima, um grito, uma pessoa vestida de preto com olhos brancos e cara pálida a passar na outra ponta da sala.... 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Eu acho que nunca corri tão rápido na minha vida.... Não sei o que mais apavorou a Andreia... se os passos de alguém ou o barril... mais tarde ela contou-me que ela tinha batido no barril com um ferro para ver se tinha alguma coisa dentro e assim que ela batia o barril mexia-se, depois ela tinha ouvido uma pessoa a entrar na sala mas não tinha visto ninguém....
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Nunca irei saber o que aconteceu nesse dia... só sei que nunca mais voltei a essa casa... nunca mais... nunca mais....juro.... Nunca mais...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Joana Lessing, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=8</link>
      <pubDate>Sun, 05 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Um Encontro Inesperado por Emília, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Sempre que me acontece algo de sobrenatural penso que nada mais me vai assustar, mas é um erro pois estou sempre desprevenida e acabo sempre por me assustar e nunca sei o que fazer.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Desta vez foi diferente eu não consegui fazer nada, não só por estar assustada, mas também porque fiquei contente e um pouco surpreendida. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Quando se deu o encontro eu estava a dar comida aos peixes e ao virar-me vi um familiar chegado por quem eu tinha um enorme carinho, nestas coisas não se tem muita noção do tempo mas a verdade é que tive mais ou menos uns cinco minutos a olhar para ele sem me mexer sem conseguir fazer nada.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Quando comecei a falar com ele, foi através do pensamento e percebi que ele estava bem, mas preocupado... Consegui acalmar-me e perguntei-lhe o que ele queria que eu fizesse, já que normalmente os espíritos procuram que eu os ajude. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ele pediu-me que falasse com a filha dele para que esta não se estivesse sempre a lembrar dele e das coisas que ele fez errado enquanto foi vivo, porque isso já passou e neste momento só o está a prejudicar e a impedi-lo de continuar o seu caminho, mas eu disse que faria o que estivesse ao meu alcance para o ajudar. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ele ficou mais calmo e foi embora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Emília, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=9</link>
      <pubDate>Wed, 15 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Tesoura por Emília, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Faz já algum tempo que eu tive uma experiência muito desagradável. 
&lt;br/&gt;
Eu sabia que a minha casa tinha muitos espíritos indesejados, embora me tenha já habituado á sensação de vê-los constantemente. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Houve uma altura que um espírito me pediu para eu ir ao cemitério onde ele estava sepultado e lhe trouxesse o anel da mulher que ele deixara na jarra das flores.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Como é lógico, eu achei que aquilo não fazia sentido, alem disso eu não queria que ninguém soubesse que eu os consigo ver e ouvir porque ainda há muitas pessoas sépticas que chegam a chamar-nos malucos, por isso decidi não fazer o que ele me tinha pedido.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Só que ele não gostou da minha decisão e decidiu pregar-me umas partidas mas sempre com uma tesoura que foi o objecto com que ele tinha sido assassinado. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Primeiro cortou-me um pouco de cabelo, depois achou que se pusesse a tesoura no chão junto á cama e virada para cima me podia magoar a sério e assim castigar-me por não lhe ter obedecido. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Como não me conseguiu magoar-me dessa forma, cortou-me a perna enquanto eu estava a dormir. Quando acordei senti uma dor na perna e quando passei a mão estava molhada. Ao acender a luz, vi que tinha um corte na perna. 
Ainda hoje tenho a cicatriz mas nunca fiz o que ele me pediu. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Sei que por vezes as pessoas ouvem ou lêem certas histórias e podem achar que não são reais, que alguém viu num filme ou talvez, quem sabe, alguém que é louco... mas acreditem este é o mundo do paranormal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Emília, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=10</link>
      <pubDate>Wed, 15 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Uma Sessão Atribulada por Anónimo</title>
      <description>&lt;p&gt;Foi em 1986, estávamos na casa de uma amiga, eu com 16, um amigo de nome Marcelo, sua namorada Bia, um rapaz de nome Nilson hoje pastor e mais duas pessoas que não eram tão amigas, mas estavam lá nesse dia. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Começamos a jogar ouija e é assim que tem de ser, como se fosse um jogo, quando você começa a &quot;mexer&quot; com isso as recomendações dizem para que se trate como um jogo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Na primeira pergunta tudo bem, perguntámos se havia algum espírito presente, a resposta foi positiva, mas o copo tinha muita força, diferente de qualquer outra vez que tínhamos jogado e ficou esquisito, pois estava um olhando para outro, como se tivessem empurrando o copo, quando de repente veio uma voz da sabedoria, alguém esta empurrando o copo, todos disseram que não a mesma pessoa que hoje já não me lembro quem foi, disse, tirem as mãos para gente ver. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Então tiramos a mão e foi dito assim, não falei que estavam empurrando, a frase nem bem acabou, o copo voou na parede, mas não como se arremessasse ele e sim de uma forma diferente, pois quando se chocou com a parede, ele não se quebrou, tornou se pó, simplesmente pó de vidro, quão grande foi a pancada! 
Ficámos na sala, pois estávamos jogando na cozinha, até o dia amanhecer, para podermos ir embora. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ninguém de nós fez comentário algum com o outro, até nos dias de hoje, quando nos vimos, nunca se fala a respeito. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Tenho vários relatos sobre a ouija, e posso afirmar, de que não é uma boa coisa a se fazer...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónimo&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=11</link>
      <pubDate>Sun, 19 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Poster Fantasma por Débora, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Em 92 aqui no Brasil uma actriz muito famosa foi assassinada cruelmente.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Minha irmã que na época tinha uns 11 anos tinha uma mania muito feia de se tornar fã de uma pessoa só depois que ela morria, bem saiu um poster dessa actriz em um jornal e ela automaticamente pegou o poster e colou ele na parede do quarto onde nós dormíamos bem em frente a minha cama.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Eu tinha uns 15 anos na época e juro nunca vou esquecer do que vi naquela noite.&lt;br/&gt;
Estava dormindo tranquilamente até que despertei não lembro porque, e vi um vulto bem diante de mim flutuando por cima do meu corpo estendido na cama, quando o vulto percebeu que estava acordada, ele voltou e entrou no poster.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Não sei se era o fantasma dessa actriz, mas não devo nem falar que piquei aquele poster todinho e queimei-o para não correr o risco &quot;daquilo&quot; voltar de novo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Débora, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=12</link>
      <pubDate>Mon, 20 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Sonhos Paranormais por Delmira Gonçalves, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Tenho 62 anos e desde muito nova que tenho sonhos e pressentimentos graves tais como mortes, acidentes, doenças, operações e antes das pessoas me contarem os problemas eu já sei quais são, portanto o meu caso não é só em sonhos é também com consciência nítida. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Acontece que já falei com a minha psiquiatra e ela diz-me que tenho que aprender a viver com este problema, que existem mais pessoas assim e que a medicina não tem resposta nem tratamento para isto. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Faço tratamento com anti-depressivos e ansiolíticos o que me ajuda nalgum aspecto, mas a verdade é que os casos começam a ser constantes e só Deus e um anjo protector que eu devo ter muito forte, faz com que eu ande para a frente pois começo a ficar muito cansada. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
No meu caso não ouço vozes, não vejo espíritos, nem fantasmas nem sombras, não sinto presenças a meu lado nem em casa nem na rua, apenas sonhos e pressentimentos, que infelizmente se concretizam. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Obrigado pela atenção e por alguma resposta que me possam dar mas em português ou brasileiro pois não falo línguas, não quero dar a traduzir pois as pessoas podem pensar que sou louca e começarem a afastarem-se de mim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Delmira Gonçalves, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=13</link>
      <pubDate>Mon, 27 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Festa de Aniversário por Mariana e Camilla, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Bem esse facto ocorreu á 5 anos atrás aqui em casa mesmo, mas eu ainda não morava aqui, quem morava aqui era a minha prima que agora mora na casa de cima...
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Bem, estávamos aqui em sua festa de aniversário de 13 anos...
Era uma festa Hippie...
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Todo mundo estava brincando e conversando, de repente a luz parecia que tinha acabado, só que não estava chovendo, então meu primo que tinha apenas 6 anos de idade, estava sentado no baloiço branco falando sozinho. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
De repente a luz voltou e a minha tia perguntou ao meu primo no baloiço porque é que ele estava lá falando sozinho e ele respondeu &quot;mãe eu não estava falando sozinho, estava conversando com a avó Quitita&quot;. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Na verdade ela era sua bisavó e ele nunca tinha ouvido falar dela antes e não chegou a conhece-la nem eu que sou mais velha. Ah! Ela já estava morta.
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Então minha tia ficou muito assustada mas isso passou depois de um tempo...
E ás vezes ainda alguém vê alguma coisa, é bem raro isso mas ainda vêem...
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Quando minha mãe estava grávida de mim, houve também uma vez que á noite ao levantar-se para ir á casa de banho viu um rosto na parede, o rosto estava em preto e branco, daí ele virou o rosto para janela e ela foi ate a janela, a casa era de pedra e quando ela se aproximou da janela viu alguém subindo a em direcção á janela.
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Quando ela olhou de volta o rosto não estava mais lá...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Mariana e Camilla, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=14</link>
      <pubDate>Tue, 28 Nov 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O Funcionário por Anónima, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;A história que vou narrar infelizmente é verdadeira e ainda permanece bem viva na minha mente. Quando eu fazia o meu segundo grau, hoje o chamado ensino médio, saí de Serra Talhada - no sertão - para estudar em barreiras, indo morar na casa do estudante de Barreiras, situada no bairro do São Miguel. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
A vida lá nunca foi fácil. A comida era ruim, a moradia não oferecia o mínimo conforto. A força de vontade tinha que ser muito grande para podermos vencer, passar no vestibular e fazer com que todo o esforço valesse a pena. Eu queria fazer vestibular para medicina, aliás, como a maioria dos estudantes que saem do interior para estudar na capital. Pois bem, vamos então ao episódio fantástico que aconteceu comigo. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Todos os estudantes que realmente queriam passar tinham que estudar até altas horas da madrugada, até uma, duas horas da manhã. Eu nunca havia ficado até tão tarde, pois precisava acordar cedo para ir ao colégio. Apenas nos finais de semana era que eu puxava um pouco mais. Tinha o fato também de colegas afirmarem que após a meia-noite escutarem barulhos estranhos dentro da biblioteca, tipo cadeiras sendo arrastadas e como se alguém estivesse varrendo o ambiente.
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Numa certa sexta-feira, eu e um colega meu, também de Serra, resolvemos que só iríamos descer quando tivéssemos resolvido todas as questões de um simulado de física passado pelo professor. Pouco a pouco, a biblioteca foi se esvaziando, até que já eram duas horas da manhã quando resolvemos parar um pouco e começamos a conversar besteira, das nossas saudades de nossa terra. Foi então que esse meu colega se lembrou do tal fantasma da biblioteca e começou a fazer brincadeiras com o assunto. De uma hora para outra um frio estranho começou a invadir a sala de estudos. Eu me lembro que um arrepio correu a minha espinha e de repente as luzes se apagaram. Um pavor enorme tomou conta de mim e do meu colega. A gente não conseguia enxergar pra que lado ficava a saída. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
De repente, eu vi um claro do lado oposto da enorme sala; meu colega havia encontrado a porta. Segui então rumo ao local da pequena luz que entrava por um vidro que havia nesta porta. Ao chegar, olhei pelo vidro e vi que o meu colega me esperava na escadaria que dava para o segundo andar, onde a gente morava. A fisionomia do seu rosto mudou repentinamente e ele correu gritando frases que no momento não consegui entender. Eu então tentei abrir a porta, mas a maçaneta não obedecia. Foi então que ouvi um barulho de respiração perto de mim; obviamente fiquei em pânico e puxei a porta com toda a força que eu tinha, mas não adiantava nada. Já sem esperança, sem saber o que fazer, comecei a rezar. Uma voz grave disse a seguinte frase que até hoje não esqueço:
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
- Não brinquem com o que vocês não conhecem!
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Então, a luz acendeu e a porta abriu normalmente. Saí então correndo e quando cheguei no quarto, meu colega já contava o episódio a outros colegas, que riam pra valer, não acreditando no que tinha acontecido. Eu perguntei a meu amigo porque ele tinha corrido daquela forma e a resposta dele foi que havia visto a sombra de um rosto de um velho no vidro. Obviamente ninguém acreditou em nossa história. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Porém, depois de outros relatos parecidos com o nosso, foi feita uma pesquisa com antigos moradores da casa e descobriu-se que havia um antigo funcionário que cuidava da biblioteca com um cuidado especial, pois ele era analfabeto e admirava quem sabia ler e escrever. Esse funcionário foi abandonado pela mulher e ficou sem ter onde morar. O director da época, com pena, ofereceu-lhe moradia em um pequeno quarto perto da biblioteca. Certo dia, ele foi encontrado morto, sem que ninguém soubesse o real motivo. Muitos acreditam que por desgosto pela vida. Sabendo disso, ficou estabelecido que todo ano, no aniversário da casa do estudante, seria celebrado uma missa por todos aqueles, vivos ou mortos, que já haviam passado por aquela casa. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
O facto realmente aconteceu. Quem quiser visitar a biblioteca Gervásio Fioravanti da Casa do Estudante de Barreiras fique à vontade. Ela fica no terceiro andar, em frente à escada. Porém, os actuais estudantes que lá frequentem contam que uma vez por outra ouvem o barulho de uma vassoura sendo arrastada e uma pessoa chorando. Hoje estou quase ingressando na residência médica e o meu colega, morreu afogado misteriosamente em um açude perto de nossa cidade natal, visto que ele era excelente nadador e conhecia muito bem o açude.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónima, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=15</link>
      <pubDate>Fri, 01 Dec 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Menina dos Tótós por Emília, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Este fim-de-semana aconteceu-me algo muito estranho. 
Estava em casa de uns familiares quando uma prima pequenina me chamou ao seu quarto. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Estava-mos as duas sozinhas no quarto de repente ela começou a olhar para o vazio e nessa altura eu senti uma presença mas não vi nada! 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Então perguntei-lhe: -O que foi?
&lt;br/&gt;
Ela respondeu: - É a menina. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Sem mais nem menos começou a chorar, eu agarrei-a e comecei a pensar em coisas boas que é o que faço quando estou mais assustada com espíritos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Quando ela parou de chorar eu vi uma menina de totós com um braço deficiente e um dedo virado ao contrário e comecei a sentir umas dores no dedo parecia que se estava a virar. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Foi muito estranho, mas o mais estranho de tudo é que ninguém se deu conta, foi como se por alguns momentos só existisse eu a minha prima e a outra menina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Emília, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=16</link>
      <pubDate>Sat, 02 Dec 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O Terceiro Anel por Susana, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Eu sou a Susana, sou portuguesa e tenho 28 anos. 
O relato que venho contar reporta-se ao tempo em que estava a tirar o curso.
Não posso afirmar que seja altamente assustador como muitos que li aqui mas foi assustador o suficiente para mim e para quem estava comigo.
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Encontrava-me a estudar Design Têxtil, no último ano, no ano civil de 2004. Este ano foi particularmente difícil em termos de exigência. As aulas iam das 9 horas da manhã até ás 17 e depois vinham as longas horas extra para ter os trabalhos prontos a tempo e horas. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Era recorrente ficarem alunos a trabalhar naquela que se denominava &quot;a sala dos computadores&quot;, pois muitos vinham de longe, estavam hospedados em quartos ou pequenos apartamentos, longe de casa e do seu computador pessoal. Por isso, usavam os da escola após as aulas. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Eu e a minha colega e amiga Isolina (Iso, para os amigos), apesar de vivermos nas nossas casas e termos os nossos computadores, também frequentávamos a sala dos computadores à noite porque precisávamos de utilizar material pertencente à escola, como Cadernos de Tendências e revistas de Moda, que não podíamos levar para casa. E ali ficávamos nós as duas, muitas vezes sozinhas, a trabalhar até ás 21, 22 horas da noite. E foi numa dessas noites em que ficamos sozinhas que se deram uns acontecimentos estranhos. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Eu tinha a certeza que só estávamos as duas lá porque havia poucos alunos no curso de Design e as entradas e saídas eram controladas. O último a sair da sala de aula tinha de trancar a porta e entregar ao porteiro na saída. Bem como o último a sair da sala dos computadores. Quando uma aluna do Segundo ano me entregou a chave daquela sala e se despediu, eu soube que estávamos só as duas naquele piso, que os alunos dos outros cursos estavam no Terceiro anel. E não demorei a perceber que no superior também não se encontrava ninguém. Já não havia ninguém no gabinete de direcção e até as empregadas de limpeza já tinham concluído as suas tarefas.
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Lá estávamos eu e a Iso a trabalhar, cada uma no seu computador. Em duas filas de cinco computadores, eu estava no primeiro a contar da frente na fila da esquerda e ela no último da fila da direita, a contar do fundo. Senti sede e disse à minha amiga que ia à nossa sala, ao lado dessa, fazer um chá (tínhamos uma máquina de café onde também podíamos aquecer água). Ela, absorvidíssima no trabalho, balbuciou um &quot;sim, sim...&quot; e eu saí. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Quando regressei, poucos minutos depois, ela estava com uma ar admirado. Perguntou-me se tinha chamado por ela. Eu disse que não. Ela disse que tinha ouvido alguém chamar &quot;Isolina&quot; num tom algo melodioso e parecia ouvi-lo perto de si. Eu disse-lhe que não tinha sido eu porque estava na outra sala e, embora fosse ao lado, jamais soaria ao chamar suave que ela descreveu pois teria de gritar. Ela ainda me disse que estava a brincar com ela, que tinha sido eu a chamar. Então eu chamei-lhe à atenção que eu jamais a chamaria pelo seu nome pois para mim ela nunca era Isolina nem tão pouco Iso, para mim era a &quot;i&quot;. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Foi então que ela se apercebeu que, de facto, não seria eu. Rimos um pouco da situação, um riso algo nervoso, mas rapidamente regressamos ao trabalho. Uma meia hora depois, a i reclamou que tinha fome. E, para quem tinha almoçado ás 12.30h, já eram horas de comer qualquer coisa. Ofereci-me para ir lá a baixo a uma máquina que tinha sandwiches, bolos, bolachas, biscoitos, chocolates, sumos, leite e outras coisas que nos enganavam a fome. Levantei-me e pousei na mesa de trás uma pasta com papéis que tinha em cima das pernas. E lá fui eu... 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
O edifício daquela escola era estranho, tinha uma arquitectura esquisita. Muitos corredores frios, mármore do chão ao tecto e uma parte que mais parecia um armazém. Sabíamos que tinha sido outrora uma fábrica têxtil que ficou decadente, ardeu e muito mais tarde, a Associação de Empresários Têxteis de Portugal, construiu nesse terreno uma escola especializada na área têxtil. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Mas se o edifício já era frio e estranho de dia, à noite tornava-se assustador. Não me agradava nada a ideia de lá ir a baixo sozinha mas meti-me ao caminho. Quando fui, tudo bem... atravessei um corredor comprido e iluminado, desci umas escadas e a máquina ficava logo à esquerda. Retirei dois bolinhos e regressei, desta vez por baixo, por outro corredor, em direcção a outras escadas. Era mais escuro este caminho e não escondo que caminhava apreensiva. Quase a chegar às escadas ouvi um murmúrio. Pensei &quot;são aulas dos cursos nocturnos &quot;. Sabia que numa das salas de baixo, a &quot;sala de malhas&quot;, havia cursos pós-laborais de técnicos de teares de malha. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Qual é o meu espanto quando dobro a esquina e me deparo com a porta da sala trancada e nem vestígios de alunos ou professores, nem nessa nem nas outras salas. O meu coração disparou quando me apercebo que na parte do edifício em que estava não se encontrava mesmo mais ninguém. Nisto, o meu cérebro parece que se esvaziou de pensamentos e voltei a ouvir o murmúrio imperceptível. Parecia que alguém falava mas em surdina, não dava para perceber uma só palavra. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
A esta altura já estava suficientemente apavorada e apressei o passo, subindo quase a correr as escadas de mármore que pareciam não terminar nunca. Chegada ao topo, tive a sensação estranha de não estar só. E senti os meus cabelos levantar... Uma corrente de ar não poderia fazer aquilo porque os meus cabelos são muito compridos e pesados, quanto muito, oscilariam. E não havia janelas abertas... Eles levantaram mesmo, como se de uma carícia invisível se tratasse. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Corri os poucos metros que faltavam para a sala dos computadores, entrei de rompante. Tentei disfarçar o meu estado de nervos e resolvi não contar o ocorrido. Entrego o bolo à minha amiga e vou sentar-me em frente ao computador. Quando olho para a mesa de trás, não vejo a pasta que lá tinha colocado anteriormente. Pergunto à minha amiga por ela e ela diz que não mexeu. Nem viu. Olho lá para o fundo e vejo a minha pasta na última mesa da fila. Fico com a garganta seca... pergunto mais uma vez se foi ela que mexeu e ela diz que não. Vou buscar a pasta para voltar ao trabalho e neste processo, olho lá para fora... 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
A parede do fundo tinha janelas a todo o comprimentos com vidro fosco. Não se via perfeitamente mas dava para perceber o movimento no corredor lá fora. E eu vejo que alguém passava naquele momento. Senti-me um pouquinho mais aliviada por não estarmos completamente sozinhas naquela área da escola. Seria um aluno de um curso de Moda, talvez... Teria ficado a fazer horas extra como nós e ia para a sala dele lá em cima.
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Terminado o trabalho naquele dia, arrumamos tudo, saímos, trancamos a porta e fomos embora. As sensações estranhas já se tinham dissipado e ia para casa, finalmente, descansar. 
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
Ao chegar à portaria, como sempre, fomos assinar a nossa saída: nome, turma, ano e hora de saída. O porteiro, simpático como de costume, brincou: &quot;Isto é que foi, hein?... São quase onze da noite. Deviam receber um prémio por serem tão aplicadas!&quot; Nós sorrimos e eu perguntei: &quot;Somos as últimas a sair?&quot;. E o meu coração quase caiu aos pés quando ele me responde: &quot;São. É sexta-feira, já foi tudo embora há muito tempo. Não há viv'alma no Terceiro anel.&quot;. Quando olho para a assinatura anterior à minha e para a hora de saída, leio &quot;19.15h&quot;... foi a rapariga que me entregou a chave dos computadores.
&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
O porteiro tinha razão... não havia viva alma naquele espaço. Já morta...&lt;br/&gt; 
Depois disso, voltamos a ter sensações estranhas quando lá ficávamos e eu cheguei a ver um vulto a vaguear nos corredores lá de cima. Mas nunca mais andei sozinha por lá à noite.&lt;br/&gt;
Uma vez ouvi umas funcionárias a comentar que morreu gente no incêndio da fábrica que existia naquele lugar. Eu penso que espíritos desassossegados ainda frequentam a escola durante a noite...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Susana, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=17</link>
      <pubDate>Fri, 08 Dec 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Os Espíritos da Colónia por Telma, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Tudo isto se passou de verdade, mesmo eu que não sou nada medrosa fiquei com medo, então é o seguinte, nas férias de verão do ano passado fui passar um mês numa colónia com uns amigos, divertimo-nos muito, mas a certa altura começámos a ficar acordados à noite, porque não nos dava o sono de tanto calor que estava, mais ou menos na terceira semana nós começámos a passar noites a falar à lareira e a cantar, as coisas do costume, mas de repente uma amiga minha a Cátia decidiu fazer uma coisa que já pensava fazer há muito tempo, um jogo com um copo, ela queria saber o nome do rapaz que ia namorar com ela, então perdemos o medo e fizemos a vontade a ela, eu sempre pensei que aquilo fosse tanga, mas afinal eu estava enganada, então decidimos começar, pomos todas a mão em cima do copo e começámos: 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
- Por favor se estiveres ai diz-nos o nome do rapaz que vai namorar comigo disse a Cátia. 
Ai para grande espanto nosso o copo se mexeu de verdade sem ninguém o fazer mexer, foi ter à letra L, depois à letra U, depois à letra I, e por fim à letra S, ela ficou toda contente, porque era o rapaz que ela também gostava o Luís, mas ao contrário dela nós estávamos com medo: 
- Tu não reparaste pois não? - Perguntou a Joana, uma amiga nossa. 
- No quê? - Disse a Cátia. 
- O copo mexeu-se sozinho ninguém lhe tocou. - Disse a Joana. 
- Sim reparei, mas deu resultado. - Disse a Cátia. - Mas pensando melhor é assustador. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Até ai tudo bem, apesar de o pessoal ficar com medo, mas o pior veio depois, fomo-nos todos deitar, mas ai começou a ficar clima muito pesado, os outros acabaram por adormecer, mas eu pressentia algo parecia que não estávamos sozinhos, havia mais alguém ali.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Logo os meus pensamentos se tornaram reais, algo me batia na parte de baixo da cama, estremeci, meus braços paralisaram, incapazes de abrir a luz do candeeiro, foi então que vi algo, mas só uma mancha, uma grande mancha preta ao lado da cama da Cátia, algo me chamava, olhei para o lado e não vi nada, depois alguém abriu a luz, de repente deixei de ver a mancha ao pé da cama da Cátia, o Raul tivera aberto a luz, deixámos os 2 a luz aberta até adormecermos, dormimos o resto da noite descansados.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
No dia seguinte acordámos muito bem, e decidimos ficar mais uma noite a fazer coisas, fizemos uma coisa meia estranha, que estava escrita num grande livro que lá na colónia se encontrava, fomos buscar o copo com água e pusemos no beiral da janela do lado de dentro, se a água ficasse preta era porque ali havia espíritos ou almas, (no fim disto quem sofreu foi o meu cão zulu)... 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Depois à noite vimos que a água tivera ficado preta (realmente assustador) e seguimos com o evento. O passo seguinte era pegar num x-acto e ir ate à mata, numa arvore fazer um grande X com o x-acto e deixar escorrer essa água pelo X, e se o X ficasse cor de sangue era porque o evento tinha sido bem sucedido, fizemos isso e o X ficou mesmo vermelho de verdade, depois como o meu cão Zullu estava lá e não sabia daquilo, ele baixou o focinho e lambeu grande parte da agua, depois fomos para a colónia. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Deitámo-nos todos bem sossegados e adormecemos passado um pouco a meio da noite algo toca à campainha, eu e a Cátia pegámos num candeeiro a óleo e fomos abrir a porta, estava uma noite linda de lua cheia, mas ninguém se encontrava à porta (ate hoje ainda não sabemos quem é que bateu aquela porta), depois algo de estranho se passou, ouvimos o Zullu a uivar, eu e a Cátia fomos lá atrás da casa onde ele estava preso, ele estava a fazer uma força suprema para se libertar, ficou com os olhos vermelhos de raiva parecia um lobisomem, algo de estranho se passava com ele, fomos lá com um grande pau, ele deu cabo desse pau, mordeu-o todo, nós cheias de medo fomos chamar o resto do pessoal, o Leonardo teve a coragem de lá ir ao pé dele, o Zullu passou-se e mordeu-o bem forte, o Zullu nunca tivera sido assim violento, nunca tivera rosnado a ninguém, estranho demais, talvez algo o possuísse, nunca fiquei a saber, só sei que o resto dos dias que lá tive foram como se estivéssemos no inferno, ficámos super tristes, tínhamos de cuidar do Leonardo, mas o mais estranho é que o cão apareceu sem nenhum arranhão nem nada, morto de manha nesse dia em que ele tivera atacado o Leonardo, terá sido aquela água que o tivera possuído, até agora ninguém o sabe, mas de uma coisa posso ter a certeza, aquele cão tivera sido possuído, mas o que eu adorava mesmo saber era quem foi tocar à campainha aí sim, ficou o grande mistério desta história toda. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Desde aí continuaram a acontecer-me coisas estranhas na minha vida, mesmo em minha casa as vezes à algo de estranho que acontece, pessoal acreditem que isto aconteceu, eu vi tudo e os meus amigos também eles podiam dizer tudo à vossa frente pois nós nunca mais fomos os mesmos, vivemos com medo, muito medo, mas talvez eles sejam bons e nos ajudem em algo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Telma, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=18</link>
      <pubDate>Fri, 15 Dec 2006 00:00:00 +0000</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=18</guid>
    </item>
    <item>
      <title>O Móvel por Anónimo</title>
      <description>&lt;p&gt;Isto aconteceu por volta de 1990,era noite,mais ou menos pelas, duas ou três da madrugada.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Eu, na altura do 'fenómeno', vivia em casa da minha mãe,uma pequena casa de 3 assoalhadas, a disposição da casa era a seguinte:
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
um corredor central, porta de entrada no extremo lateral esquerdo, uma casa de banho no extremo direito ao fundo do corredor,cozinha em frente á porta de entrada, sala ao lado da cozinha, ao lado da porta de entrada o meu  quarto(situado em frente á sala) e ao lado do meu quarto está o da minha mãe,   estes dois quartos estão unidos por uma varanda.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
O que aconteceu foi o seguinte:&lt;br/&gt;
Por volta da hora já referida levantei-me para ir á casa de banho, abri e fechei a porta do meu quarto, e quando voltei de novo ao quarto, eu tinha um móvel atrás da porta, este móvel estava encostado á parede ao lado da porta do meu quarto, é um móvel com cerca de metro e meio de largo e têm seis grandes gavetas, de altura têm perto de um metro e vinte e estava carregado de roupa.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
A porta que comunica para a varanda estava fechada, e a minha mãe a dormir, não tinha mais minguem em casa, foi necessário eu fazer bastante força para apenas com uma pequena fresta da porta aberta, eu conseguir desviar o móvel e assim entrar no quarto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;

Não tenho explicação para isto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónimo&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=19</link>
      <pubDate>Wed, 07 Mar 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Menina Mistério por Anónimo</title>
      <description>&lt;p&gt;Quando tinha 9 anos estava brincando na casa da proprietária de nossa residencia.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
As demais pessoas na casa estavam na missa de sétimo dia do pai da Elvira, uma moça que era paralitica.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ela, a Elvira, estava vendo televisão, triste com o evento e eu tentava anima-la, quando pulei para o corredor e vi uma menina flutuando entre o corredor e o quarto da casa, ela tinha uma luz em volta de si, e estava olhando a Elvira.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
 Eu paralisei instantaneamente, não conseguia falar e a Elvira dizia o que aconteceu mas eu não consegui falar por alguns instantes.
 &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
 Quando disse a ela que tinha visto uma menina descrevendo as roupas e os detalhes da fisionomia dela, ela me disse que pela descrição era a irmã dela que havia morrido em um acidente tempos atrás.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Eu nunca mais vi um espirito depois desta vez mas isto me fez acreditar que a vida é algo muito maior do que o que eu vivia!
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónimo&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=20</link>
      <pubDate>Wed, 07 Mar 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Freira por Julio Cesar Ayres, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Era o ano de 1985 eu e minha irmã siamos do catecismo e parávamos na Igreja Matriz de S. João Batista para rezar como sempre costumávamos fazer até que num desses dias ao entrarmos pela porta principal, fomos em direcção aos 1º bancos para rezarmos e notamos numa freira já de idade sentada nas cadeiras do lado esquerdo e nós do direito, reparámos que ela tinha uma foto na mão e um grande crucifixo no peito.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Usava também óculos de armação preto e chorava muito, ao terminarmos as orações ela veio de encontro a nós dois e perguntou se poderíamos ajudá-la rezar pela moça da foto e nós dois claro que concordamos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ao terminarmos ela saiu rapidamente pelo corredor e nós saímos ao encalço dela para perguntar de que lugar ela era, para podermos visitá-la.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; Estávamos a 5 metros de distancia dela e (ela já era de idade muito avançada de seus 65 anos ou mais) ela saiu pelas portas e nós 5 segundos depois também.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Para nossa surpresa ela havia desaparecido, procurámos em volta da igreja, minha irmã por um lado e eu pelo outro e nada. Aí resolvemos então perguntar para as poucas pessoas que estavam no fundo da igreja quem era aquela freira e para  nossa surpresa as pessoas nos disseram que não havia ninguém conosco na frente, somente nós dois que passamos de um banco para outro sem motivo aparente.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Nós dois ficamos com muito medo e fomos embora correndo para casa contarmos para nossos pais o que havia ocorrido, mas eles falaram que era imaginação demais e duas crianças, imaginação não era mesmo pois hoje estou com 33 anos e se eu ver esta freira de novo a reconheceria em qualquer lugar pois fora um rosto muito marcante que nunca mais me esquecerei.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Se quiserem entrar em contato estou a disposição muito obrigado.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Julio Cesar Ayres, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=21</link>
      <pubDate>Wed, 07 Mar 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O Colega de Trabalho por Anónimo</title>
      <description>&lt;p&gt;O facto que vou narrar não aconteceu comigo, mas sim com meu pai.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Meu pai trabalhava numa repartição pública. Um belo dia quando havia acabado de voltar do almoço e estava pegando o elevador quando viu um de seus colegas de trabalho, cujo nome chamarei de José, passando em sua frente e cumprimentando com um 'oi' meu pai retribuiu com outro 'oi'.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Contudo, meu pai sabia que José estava na França acho que a trabalho e sabia que ele só iria voltar semana que vem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Achou estranho e foi falar com seus os outros colegas de trabalho e perguntou:
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
- O José já voltou da França?&lt;br/&gt;
- Não - disse os demais companheiros. &lt;br/&gt;
- Gozado acabei de vê-lo passando pelo elevador!- disse meu pai.&lt;br/&gt;
- Impossível ele está na França!
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
E o assunto morreu aí. 
&lt;br/&gt;Passou- se umas duas ou três horas depois dessa conversa quando chegou a notícia de que José havia morrido a pouco lá na França.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Todo mundo ficou perplexo, inclusive a mulher de José veio falar com meu pai para saber o que ele havia visto.      
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónimo&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=22</link>
      <pubDate>Wed, 07 Mar 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Copos Que Estouram por Anónima</title>
      <description>&lt;p&gt;Esse facto ocorreu comigo em 1983, ano em que meu irmão de 3 anos morreu afogado.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Eu estava na cozinha de casa com a minha mãe conversando de frente para a mesa onde havia um copo vazio.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
De repente este copo balançou levemente se deslocando um pouco sobre a mesa e depois estouro, ficando partido em vários pedaços pequenos.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Eu e minha mãe ficamos congeladas, pois foi tudo diante dos nossos olhos. Depois de alguns dias eu estava sozinha em casa e o fato ocorreu novamente, porém na sala, sobre a mesa de centro.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Eu estava sentada no sofá em frente e vi quando um cinzeiro de vidro que estava sobre a mesa também estourou como o copo. Entrei em pânico, sai de casa correndo e só voltei quando meus pais chegaram.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Chamamos uma pessoa que rezou a casa e nunca mais aconteceu. Passaram 23 anos e em 2006 o fenômeno voltou a ocorrer, dessa vez eu morava em outra casa, porém muito mais antiga que a anterior, pois essa casa actual é uma herança de família e foi construída em 1924, onde na época os corpos eram velados sobre a mesa de jantar.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; 
Nesta casa o fenômeno ocorreu na minha cozinha entrei rapidamente pra pegar um copo e enquanto estava retornando ouvi o barulho de estouro de vidro e vi uma xícara de vidro estoura sobre a pia...
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónima&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=23</link>
      <pubDate>Wed, 07 Mar 2007 00:00:00 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Quem Teria Me Visitado? por Sofia, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;Sou uma pessoa bastante crente nestas coisas de paranormal, não por me ter acontecido assim tantos episódios nem sequer por ter visto algo em especial mas sei que existe algo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Passo a contar o que me aconteceu:
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Tinha 15 anos de idade e vivia em casa da minha avó e costumava dormir na sala num sofá que fazia de minha cama todas as noites. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Numa dessas noites durante a madrugada acordei sobressaltada com uns passos vindos do corredor que andavam de trás para a frente. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Cheia de medo tapei a cabeça com o cobertor... os passos duraram muito tempo.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Entretanto pararam e senti que o que quer que fosse entrou na sala onde estava a dormir e fez-me uma festa na cabeça Eu não tive coragem para destapar a cabeça para ver o que era, mas sei que entretanto desapareceu... 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Nunca mais me aconteceu mas acredito e pergunto me quem me veio visitar??
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Sofia, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=24</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2007 03:00:00 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A Despedida Que Faltava por José Carlos Magalhães, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Eu era, à época desses factos acontecidos, um descrente, não alimentando crença em coisas do outro mundo '. Para mim, tudo não passa de uma manifestação do supra consciente humano, em concordância com os ensinamentos do Reverendo Quevedo, renomeado Parapsicólogo da Universidade de São Paulo, cuja obra 'A farsa oculta da mente, em dois volumes alentado, li varias vezes.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
A minha avó, uma Portuguesa de gema e ainda assim espírita por convicção, me admoestava afirmando de forma categórica que um dia, talvez, quando vivencia-se uma 'experiência', da qual não pudesse duvidar, quem sabe eu poderia mudar a minha maneira de pensar.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Bem, finalmente esse dia chegou! 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Corria o ano de 1975, quando a minha avó Anita, faleceu. E passados uns quinze dias do seu enterro, em uma noite quente, típica do verão nordestino, eu recebi o maior ensinamento de toda a minha vida, na forma simples de um amoroso abraço, o qual jamais vou esquecer.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Naquela noite, quando fui meu quarto para dormir, o que rodopiava na minha cabeça eram as piadas de um divertido programa de televisão que eu acabara de assistir. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
A minha esposa já estava recolhida fazia já algum tempo de forma que quando me enviei por baixo do mosquiteiro, ela ressonava profundamente. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Mesmo com o desconforto do calor que fazia, adormeci quase que imediatamente. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Despertei no meio da madrugada sentindo um mal-estar que me dava ânsias de vómito, pois minha cabeça parecia que ia explodir, tal era a dor que ali se localizava. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Sentei na cama e tonto pude verificar que meu filho, que na época tinha apenas 4 anos tinha saído de sua cama e vindo deitar-se na nossa, muito próximo da extremidade. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Em meio ao enjoo que me assolava, fiquei preocupado com ele, pois poderia cair ao chão de forma perigosa. Um único pensamento acudiu à minha mente, tira-lo dali tão logo melhorasse! 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
O mal-estar persistia e cheguei mesmo a pensar em acordar a minha esposa para que me desse algum remédio. Mais, estava letárgico, sem coragem para me mover ou mesmo falar. Foi quando tudo, repentinamente, aconteceu! Como num passe de mágica o quarto de dormir acendeu, literalmente. Uma luz claríssima sem ser ofuscante inundava o ambiente e eu podia enxergar com absoluta nitidez à minha volta.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Então vi a minha avó, de pé, ao lado da minha cama, sorrindo para mim. Junto a ela estava uma outra senhora que eu imediatamente reconheci. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Não lembrei que ela estava já morta, mas estava apenas curioso com o facto de ela estar ali, no meu quarto, àquela hora da madrugada. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
E foi exactamente isso que lhe perguntei: 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
- 'Minha avó, o que a senhora faz aqui a esta hora?' 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Ela não respondeu. Aproximou-se. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Àquela altura, eu já estava sentado à borda da cama. O mal-estar havia desaparecido como que por encanto. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Foi então que ela me abraçou forte e carinhosamente como numa despedida. Então, sumiu junto com àquela luz que iluminou o meu quarto durante todo o tempo em que esteve presente a aparição.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Fui assolado por uma descarga nervosa que me fez tremer como se eu estivesse tomado pela febre do 'impaludismo', balançando o meu leito de forma tão acentuada que me minha esposa acordou assustada me perguntando o que havia comigo, preocupada com o que via. Mesmo porque, me faltava a voz para dizer qualquer coisa, tamanho o abalo nervoso que sofria. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
O facto teve o seu desdobramento, muito pelo facto de eu ter reconhecido àquela senhora que acompanhava a minha avó, que até então era tida como viva, mas que já havia morrido algum tempo antes, cujo o passamento não sabíamos até então. Mas, isso é uma outra história.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: José Carlos Magalhães, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=25</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2007 03:10:00 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Uma Mensagem de Páscoa por Anónima</title>
      <description>&lt;p&gt;Bem isso aconteceu neste domingo de Páscoa.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Eu tenho duas irmãs, uma de 14 anos e outra de 20 falecida a pouco mais de 7 meses. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Neste domingo de Páscoa estávamos arrumando nosso novo quarto e lembrando do quanto minha irmã ficaria alegre com ele.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Minha mãe começou a falar que ela deveria ter feito muita coisa que não fez, pois foi uma pessoa muito rebelde, então não estudou, não teve um filho, morreu solteira.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
O som da minha irmã caçula estava no quarto, porém desligado, pois os cachorros tinham acabado de passar e desligar a tomada.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
De repente minha mãe diz que queria tanto que ela estivesse connosco, arrumando o quarto, aproveitando aquele momento, e começou a chorar e reclamar porque ela tinha feito tanta besteira, quando o som do nada começa a tocar um Trecho da música Epitáfio do Titãs... 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
O trecho foi o seguinte: 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
'Devia ter amado mais, Ter chorado mais, Ter visto o sol nascer.'
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Depois não tocou nada e som estava desligado.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Deve existir alguma explicação para isso.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Fora outros acontecimentos que tem acontecido após a morte dela, como: Panelas que caem, quando fazemos alguma coisa que ela gostava as panelas ficam abertas quando chegamos na cozinha, etc.
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Como se ela estivesse lá ainda. A cama dela que desmontámos vive caindo, o guarda-roupa que era a parte dela vive com a porta aberta, vou lá fecho, e ela abre novamente. 
&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;
Podem acreditar... estou realmente assustada.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónima&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=26</link>
      <pubDate>Sun, 15 Apr 2007 03:20:00 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Ser Estranho por Anónima, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Aconteceu comigo, eu tinha entre 10 a 11 anos mais ou menos, naquela época. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morava em um lar de meninas, e dormia em um beliche, na parte de cima.&lt;br /&gt;
Certa noite estava dormindo quando acordei e vi que não estava deitada mas sim de joelhos no beliche. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tinha alguém que segurava minhas mãos, levei um grande susto, e corri para a cabeceira de minha cama, cobri minha cabeça, mas gritei muito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto eu gritava, resolvi olhar novamente, para os pés da cama, quando vi que ali, continuava parado e me observando quieto, um ser muito estranho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro como se fosse hoje, ele era alto, tinha cabelos até o ombro e olhava muito sério para mim, tinha cara de mau, eu só podia gritar, e fui o que fiz, gritei muito, mas já não olhava mais para aquilo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi quando a pessoa que era responsável ali por nós, acendeu a luz do quarto, me chamou e ao olhar na claridade, a coisa já não estava mais ali!  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui dormir com a moça responsável naquele dia, na verdade não dormi, fiquei acordada até o dia amanhecer com a luz acesa do quarto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir daquele dia, não consegui dormir mais sozinha por pelo menos uns 6 meses, dormia sempre com minha irmã mais velha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquela coisa estranha nunca mais apareceu para mim, somente aquele dia, e hoje tenho 36 anos, nunca compreendi o que foi aquilo, mas sei que realmente aconteceu de verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não foi sonho, sei que é assim que muitos pensariam, eu sei que foi real, muito real, porque eu acordei e não estava dormindo e sim de joelho com alguém que segurava minhas mãos! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que ele queria, não sei, o que era não sei, mas sei que nunca consegui me esquecer deste episódio em minha vida!&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónima, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=27</link>
      <pubDate>Mon, 20 Aug 2007 22:38:18 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>A dama da Avenida por Rita de Cassia, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Estava eu na Av. Presidente Vargas no Rio de Janeiro às 14:00 num dia de semana quando avistei uma senhora com chapéu, luvas e vestido longo estilo 1930 e me surpreendi que para as outras pessoas era indiferente uma pessoa em pleno verão passasse despercebida nesses trajes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim continuei caminhando em direcção a esta senhora com meus pensamentos a respeito de suas roupas quando para minha surpresa, ela ao passar por mim disse ao meu ouvido: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-´me visto como eu quiser ninguém tem nada haver com isso´. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No primeiro momento parei assustada e pensei como ela pode ouvir meus pensamentos, depois me virei e notei que ela continuava caminhando ou seja flutuando pois não havia atrito de seus pés no chão, &lt;br /&gt;
então percebi que se tratava de um espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Rita de Cassia, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=28</link>
      <pubDate>Mon, 20 Aug 2007 22:50:39 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Noites atribuladas por Anónima, (Portugal)</title>
      <description>&lt;p&gt;A história que eu vou contar já se passou há algum tempo...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu era pequena, e estava a dormir, já era muito tarde, quando de repente ouço baterem com força na janela do meu quarto e ouço &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 'abram a porta! Quero entrar!!' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
era uma voz masculina, grave, e eu não a reconheci, com medo 'escondi-me' debaixo dos lençóis, mas, passado uns minutos enchi-me de coragem e sai do meu quarto, fui ter com os meus pais e contei o sucedido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meu pai não ligou muito, mas, a minha mãe foi à rua ver se via alguma coisa e não viu nada, ambos disseram que era fruto da minha imaginação, mas, não era!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Umas noites depois voltou a acontecer algo semelhante, como eu era muito nova, a minha mãe dizia que era fruto da minha imaginação estes acontecimentos para não me assustar, mas, passados uns anos a minha avó contou-me que a origem desses acontecimentos era o espírito do meu bisavô, que na altura ainda estava presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir daí nunca mais me tinha acontecido nada surreal, até à cerca de 4 anos, que estava eu outra vez a dormir e de repente ouço alguém a chamar-me, a voz parecia-me familiar, dalguma colega minha, mas era impossível porque eu estava sozinha em casa, então eu disse qualquer coisa do tipo 'parece a voz de alguem lá da escola', disse sem querer assim em voz alta e a voz respondeu: 'sou a tua irmã', eu fiquei apavorada, porque eu tive uma irmã que morrer à uns anos atrás...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca contei isto a ninguém, para evitar causar sofrimento dos meus pais... Não quis voltar a mexer na ferida...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde essa altura para cá, sinto arrepios (mesmo quando está calor), ouço barulhos, e às vezes vejo vultos, mesmo, durante o dia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acredito em tudo o que esteja relacionado com os espíritos, acredito que existem forças superiores a nós, que nos protegem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes factos foram verídicos, na altura assustaram-me mas agora como estou mais à vontade com o assunto já não tenho tanto medo...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónima, (Portugal)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=29</link>
      <pubDate>Mon, 20 Aug 2007 23:01:55 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Uma Mulher Na  Estrada por Anónimo, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;Eu estava vindo de um baile num CTG (Centro de Tradições Gaúchas) um pouco afastado de cidade onde moro, Bagé RS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Depois de deixar uma turma de amigos em casa, voltei para pegar meus pais, quando de repente o rádio do carro começou a ter interferências. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rapidamente eu tentei ver o que era e desviei a atenção da estrada, quando eu retomei a atenção ao trajecto avistei uma mulher com um imenso vestido branco no acostamento a minha esquerda com o braço levantado como a pedir boleia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais adiante eu me surpreendi ao vê-la novamente do outro lado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então tomado pela sensação de pavor e completamente arrepiado ao me dar conta do que era aquilo, acelerei, pisei fundo mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei pálido, fui rapidamente recebido pela minha mãe que se preocupou ao me ver branco como um papel.&lt;br /&gt;
Nunca mais consegui esquecer aquela imagem&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
Espero que nunca mais a veja, pois as vezes quando menos esperamos, somos surpreendidos pelo sobrenatural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónimo, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=30</link>
      <pubDate>Mon, 20 Aug 2007 23:09:35 +0100</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=30</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Pesadelo Tornado Realidade por Celia Maria</title>
      <description>&lt;p&gt;Outubro de 1990,eu era noiva há três anos com o rapaz que hoje é meu marido.                                                              &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante duas semanas seguidas tive sonhos com a mãe do meu noivo. &lt;br /&gt;
Nos sonhos ela tinha falecido, de repente eu acordava sempre assustada e contava à minha mãe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela me dizia que era bobagem minha quando viu que os sonhos continuavam ela me aconselhou a orar pedindo a Deus que tirasse esses sonhos da minha cabeça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegou um momento que eu não estava mais dormindo para sonhar, bastava eu fechar os olhos e via o carro funerário chegando e o meu sogro puxando o caixão de dentro.                                                              &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu via até a posição que ficou o caixão dentro da sala, aquilo para mim era um tormento, afinal eu estava vendo a mãe do meu noivo morta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tinha coragem de lhe contar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia 22 de Outubro eu estava costurando com a minha mãe quando minha cunhada me chamou no portão, meu coração deu um pulo de susto e ela me disse simplesmente: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Célia, minha mãe morreu... eu contei à minha mãe e ela não acreditou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu só lhe tinha contado dos sonhos.                                                              &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi horrível rever toda aquela situação do caixão que até a cor era a mesma do sonho.                                                               &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O velório parecia uma lembrança como se já tivesse acontecido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente eu presenciei aquilo durante duas semanas antes de acontecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse foi o pior sonho que já tive apesar de já ter sonhado com muita coisa que depois veio a acontecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei qual a finalidade disso mas queria muito entender. &lt;br /&gt;
Muito obrigada a quem ler este relato gostaria muito se fosse publicado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Celia Maria&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=31</link>
      <pubDate>Tue, 21 Aug 2007 00:27:35 +0100</pubDate>
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      <title>O Espírito da Minha Amiga por Anónima, (Brasil)</title>
      <description>&lt;p&gt;No ano de 2001 perdi uma grande amiga que era chefe do Serviço de Material do hospital psiquiátrico, no qual sou chefe do Serviço de Nutrição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Março de 2003 fui ao Sector de Material tratar de assunto relativo aos stocks dos géneros do Serviço de nutrição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como era no horário do almoço, somente eu e a funcionária do stock estávamos neste sector. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela começou a procurar o que eu queria no computador. Eu encontrava-me de pé, quase no meio da sala, esperando a resposta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À minha direita tinha uma escrivaninha cheia de pastas de documentos e vazia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De repente notei com o canto dos olhos um movimento na escrivaninha e vi algo espantoso, havia uma pessoa sentada nesta escrivaninha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentarei descrever: o rosto não dava para detectar, porém o contorno dos cabelos, o corte e o comprimento eram totalmente visíveis. As roupas eram visíveis, porém diáfanas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dava para perceber que era uma blusa com flores grandes ou algo do tipo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não senti medo, apenas uma ansiedade enorme. Sabia que era a minha amiga pois em vida ela era gordota e a figura era gorda como ela. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
A voz da funcionária chamando-me com o documento pronto fez com que eu virasse a cabeça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olhei novamente para escrivaninha, não vi a imagem. &lt;br /&gt;
A funcionária perguntou-me o que eu tinha pois estaria 'branca que nem papel'. &lt;br /&gt;
Nada comentei. Peguei o documento e voltei para a minha sala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca mais vi nada deste tipo e é a primeira vez que conta para alguém o que vi.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Autor: Anónima, (Brasil)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.tenhamedo.net/relatos.php?h=32</link>
      <pubDate>Tue, 21 Aug 2007 00:49:57 +0100</pubDate>
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